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Serigrafia abstrata de Milton Dacosta mostrando figura humana estilizada em tons de cinza e bege, emoldurada em madeira escura Serigrafia abstrata de Milton Dacosta mostrando figura humana estilizada em tons de cinza e bege, emoldurada em madeira escura
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Milton Dacosta - Serigrafia 71/100 - Assinada - 52 x 62 cm - comprar online Milton Dacosta - Serigrafia 71/100 - Assinada - 52 x 62 cm - comprar online
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Milton Dacosta - Serigrafia 36/50 - Assinada - 73 x 53 cm Milton Dacosta - Serigrafia 36/50 - Assinada - 73 x 53 cm
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Milton Dacosta - Serigrafia 6/30 - Assinada - 30 x 21 cm Milton Dacosta - Serigrafia 6/30 - Assinada - 30 x 21 cm
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Milton Dacosta - Serigrafia 47/100 - Assinada - 53 x 66 cm Milton Dacosta - Serigrafia 47/100 - Assinada - 53 x 66 cm
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Serigrafia de Milton Dacosta mostrando figura feminina estilizada em verde, assinada e numerada 8/50, em moldura de madeira escura Serigrafia de Milton Dacosta mostrando figura feminina estilizada em verde, assinada e numerada 8/50, em moldura de madeira escura
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Serigrafia de Milton Dacosta 13/100 assinada, medindo 52,2 x 65,3 cm, com figura feminina estilizada em tons de rosa e vermelho, emoldurada em preto Serigrafia de Milton Dacosta 13/100 assinada, medindo 52,2 x 65,3 cm, com figura feminina estilizada em tons de rosa e vermelho, emoldurada em preto
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Milton Dacosta

1915 (Rio de Janeiro, Brasil) – 1988 (Rio de Janeiro, Brasil)

Milton Dacosta é um dos maiores artistas brasileiros, “Sem dar importância a elogios ou críticas o artista sempre seguiu o caminho que lhe interessava, da figuração impressionista à metafísica, do cubismo à simetria da luz e da forma concreta à sensualidade da curva”, afirma Denise Mattar.

Seu trabalho foi aclamado pelo público e também pela crítica. Em 1955, o júri da IIIª Bienal Internacional de São Paulo conferiu a ele o prêmio de melhor pintor nacional. E no exterior, em 1950 participou da XXV Bienal de Veneza, além de ter participado em exposições na França, Suiça, Milão e Estados Unidos no Museu Guggenheim.

Sobre:

Em 1929 iniciou os estudos de pintura e desenho com o professor alemão Augusto Hantz e, no ano seguinte, aos 16 anos, participou da fundação do Núcleo Bernardelli. Em 1944 ganhou o prêmio de viagem ao exterior da seção moderna do Salão Nacional de Belas Artes e seguiu para Nova York, onde estudou na Art Students League.

Em 1949 casou-se com a pintora Maria Leontina e o casal estabeleceu-se em São Paulo. A partir dos anos 1950 participou de importantes mostras no Brasil e no exterior, entre elas várias edições da Bienal de São Paulo, com destaque para 1955, quando recebeu o prêmio de melhor pintor nacional.

No exterior participou da XXV Bienal de Veneza, em 1950, do Salão de Maio em Paris, do Salão de Lugano, do Prêmio Internacional de Lissone e de exposição no Museu Guggenheim. Conheceu Picasso por intermédio de Cícero Dias e frequentou os ateliês de Braque e Rouault.

Instituições que possuem obras do artista:

Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/SP)

Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP)

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP)

Carrossel

Exposição "Milton Dacosta, a construção da forma" realizada pela Caixa Cultural em 2012. Na imagem, a obra "Carrosel" (1950), uma das três telas da série "Pintura metafísica". Foto: O Glogo.

Carrossel

Exposição “Dacosta – A cor do silêncio” da Galeria Almeida & Dale em 2018.

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