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Arthur Piza - Gravura em metal 57/99 - Assinada - 57 x 47 cm Arthur Piza - Gravura em metal 57/99 - Assinada - 57 x 47 cm
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Arthur Piza - Gravura em metal 82/95 - Assinada - 79,5 x 60 cm Arthur Piza - Gravura em metal 82/95 - Assinada - 79,5 x 60 cm
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Arthur Piza - Gravura em metal 6/99 - Assinada - 74 x 60 cm Arthur Piza - Gravura em metal 6/99 - Assinada - 74 x 60 cm
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Arthur Piza - Gravura em metal 25/99 - Assinada - 67 x 58 cm Arthur Piza - Gravura em metal 25/99 - Assinada - 67 x 58 cm
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Arthur Piza - Gravura em metal 32/99 - Assinada - 83 x 64 cm Arthur Piza - Gravura em metal 32/99 - Assinada - 83 x 64 cm
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Arthur Piza - Gravura em metal 28/99 - Assinada - 58 x 46 cm Arthur Piza - Gravura em metal 28/99 - Assinada - 58 x 46 cm
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Arthur Piza - Gravura em metal E.A. - Assinada - E.A. - 40x 30 cm Arthur Piza - Gravura em metal E.A. - Assinada - E.A. - 40x 30 cm
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Arthur Piza

1928 (São Paulo, Brasil) – 2017 (Paris, França)

Considerado um dos maiores nomes da arte contemporânea brasileira e um grande mestre das gravuras, realizou dezenas de exposições individuais no Brasil e na França, entre vários outros países.

Ao longo de suas cinco décadas de carreira, participou de importantes exposições coletivas ao redor do mundo, com destaque para a Bienal de Veneza (1966), a Documenta de Kassel (1959) e a Bienal de São Paulo, onde seus trabalhos estiveram presentes desde a primeira até a sétima edição (1951 a 1963).

Sobre:

Arthur Luiz Piza tem vinte anos quando integra o ateliê de Antonio Gomide, para uma formação clássica. Depois de expor em São Paulo — inclusive na Primeira Bienal, com obras de tendência surrealista — instala-se em Paris em 1951, onde aprende gravura com Johnny Friedlaender.

Suas obras liberam-se gradualmente da figuração e a preocupação construtivista domina. Apresenta o fruto dessa pesquisa na Segunda Bienal de São Paulo, onde recebe o Prêmio de Aquisição.

A partir dos anos 1960, sem deixar de gravar, volta-se para a colagem, explorando matéria e relevo com madeira, areia e pasta de vinil. Reúne pequenos pedaços numa geometria dançante, mais próxima das escamas de um tatu que da justaposição de um mosaico. Depois incorpora tramas de arame sobrepostas, que captam a luz de modos diferentes e abrigam formas coloridas.

Fonte: Fundo Arthur Luiz Piza.

Instituições que possuem obras do artista:

Museu Guggenheim, Nova York; Tate Modern, Londres; Museu; Nacional de Arte Moderna, Paris; Instituto de Arte, Chicago; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP)

Carrossel
Arthur Luiz Piza em seu ateliê, em Paris, em 2016. Foto: Jean-Louis Losi.
Carrossel
Exposição “Entre o plano e o espaço” na Galeria de Arte Raquel Arnaud em 2008.
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