Sobre:
Arthur Luiz Piza tem vinte anos quando integra o ateliê de Antonio Gomide, para uma formação clássica. Depois de expor em São Paulo — inclusive na Primeira Bienal, com obras de tendência surrealista — instala-se em Paris em 1951, onde aprende gravura com Johnny Friedlaender.
Suas obras liberam-se gradualmente da figuração e a preocupação construtivista domina. Apresenta o fruto dessa pesquisa na Segunda Bienal de São Paulo, onde recebe o Prêmio de Aquisição.
A partir dos anos 1960, sem deixar de gravar, volta-se para a colagem, explorando matéria e relevo com madeira, areia e pasta de vinil. Reúne pequenos pedaços numa geometria dançante, mais próxima das escamas de um tatu que da justaposição de um mosaico. Depois incorpora tramas de arame sobrepostas, que captam a luz de modos diferentes e abrigam formas coloridas.
Fonte: Fundo Arthur Luiz Piza.
Instituições que possuem obras do artista:
Museu Guggenheim, Nova York; Tate Modern, Londres; Museu; Nacional de Arte Moderna, Paris; Instituto de Arte, Chicago; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP)