Sobre:
Thierry Hermès abriu em 1837, em Paris, uma oficina de arreios e selas. O ponto de sela, costurado à mão com duas agulhas e um único fio, tornou-se a assinatura técnica da casa — e permanece o método usado nas bolsas até hoje.
A adaptação ao automóvel salvou a empresa: nos anos 1920 Émile Hermès trouxe da América o fecho de zíper e passou a produzir malas, bolsas e vestuário. Seguiram-se o lenço de seda, em 1937, e as bolsas Kelly e Birkin, batizadas em homenagem a Grace Kelly e Jane Birkin.
A casa expandiu-se para a arte da mesa com porcelana produzida em Limoges e cristal em Saint-Louis, manufatura que controla desde 1989. Cada bolsa é feita do início ao fim por um único artesão, que grava no couro seu número de identificação junto à marca do ano.
Peças da casa integram acervos do Musée des Arts Décoratifs, do Victoria and Albert Museum, do Metropolitan Museum of Art e do Musée Émile Hermès.