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Serigrafia assinada de Claudio Tozzi mostrando paisagem com árvores, vegetação e mar ao fundo, em cores vibrantes Serigrafia assinada de Claudio Tozzi mostrando paisagem com árvores, vegetação e mar ao fundo, em cores vibrantes
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Serigrafia colorida de Claudio Tozzi com formas geométricas e padrões abstratos em tons de rosa, verde, amarelo, azul e roxo, enquadrada em moldura de madeira clara Serigrafia colorida de Claudio Tozzi com formas geométricas e padrões abstratos em tons de rosa, verde, amarelo, azul e roxo, enquadrada em moldura de madeira clara
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Claudio Tozzi

1944 (São Paulo, Brasil)

Claudio Tozzi levou a linguagem dos quadrinhos e da imprensa para a pintura brasileira dos anos 1960 — e pagou por isso. Seu painel Guevara Vivo ou Morto foi destruído por um grupo radical de direita durante um salão, em 1967. Ele mesmo o restaurou.

Sobre:

Nasceu em São Paulo em 1944. Formou-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, onde depois se tornaria professor, e atua como arquiteto, pintor, desenhista e programador visual.

Começou no início dos anos 1960 apropriando-se de objetos e de imagens tiradas de jornais, quadrinhos e fotografias, sempre com conotação social. Integrou a nova figuração brasileira e, sob influência da pop art, usou o repertório da comunicação de massa — como na série Bandido da Luz Vermelha, de 1967, que evoca a estética das histórias em quadrinhos.

No mesmo ano, o painel Guevara Vivo ou Morto foi destruído durante o Salão Nacional de Arte Contemporânea e restaurado pelo próprio artista. Sua obra trata da censura da ditadura militar, dos vícios da comunicação de massa e da força do indivíduo.

Obras do artista integram acervos de instituições brasileiras e coleções particulares no Brasil e no exterior. Vive e trabalha em São Paulo.

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Vista da exposição “É necessário que o capital não exceda a poesia”, de Claudio Tozzi, Galeria Marcelo Guarnieri, São Paulo, 2025.
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Vista da exposição de Claudio Tozzi, com obras das séries “Astronauta”, “Parafuso” e outras produções do artista. Galeria Marcelo Guarnieri.
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