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Maurício Nogueira Lima

1930 (Pernambuco, Brasil) – 1999 (São Paulo, Brasil)

Maurício Nogueira Lima foi o mais jovem integrante do Grupo Ruptura, que reuniu artistas abstratos geométricos no início da década de 1950. Participou de centenas de exposições, incluindo a III, IV e VI Bienal de São Paulo; a famosa mostra Konkrete Kunst (Arte Concreta) em Zurique em 1960 e a da lendária mostra “Nova Objetividade Brasileira” no MAM/RJ em 1967.

Sobre:
Maurício Nogueira Lima foi o mais jovem integrante do Grupo Ruptura, que reuniu em São Paulo os artistas abstratos geométricos no início dos anos 1950. Ao lado de Waldemar Cordeiro, Geraldo de Barros e Luiz Sacilotto, expôs pinturas geométricas na III, IV e VI Bienal de São Paulo, e foi convidado por Max Bill para a mostra Konkrete Kunst, em Zurique, 1960.

Como outros do Ruptura, voltou-se à figuração após o golpe de 1964, apropriando-se de imagens da comunicação de massa: ídolos do cinema, do futebol e da música pop, com sinais gráficos e onomatopeias que denunciavam de modo velado a violência do regime. Em 1967 colaborou na organização da mostra “Nova Objetividade Brasileira”, no MAM/RJ.

Em 1973 retomou a abstração geométrica com maior liberdade formal, interessado em texturas e no comportamento da tinta acrílica. Realizou intervenções urbanas em São Paulo e, nos anos 1990, intervenções cromáticas com projeção noturna nos Arcos da Lapa e no Pacaembu.

Texto por Regina Teixeira de Barros.

Instituições que possuem obras do artista:

Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/SP)

Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP)

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Exposição “Maurício Nogueira Lima: Forma e Cor” no Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP em 2022. Foto: Marcos Santos/USP Imagens.

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Obras de Wanda Pimentel e Mauricio Nogueira Lima expostas na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Foto de Rachel Vallego.

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