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â–  Descrição

Mesa de encostar em jacarandá maciço, de estilo e época D. José I (1750-1777), com tampo polilobado moldurado, dois gavetões com espelhadas de puxador em bronze ricamente cinzelado, e saia ricamente entalhada com motivos vegetais. Apoia-se sobre quatro pernas de delicada curvatura, rematadas por "pés de burro". Obra brasileira do século XVIII, de excelente qualidade de execução, peça característica do mobiliário do período joanino-josefino no Brasil colonial.

Medidas: 79,2 x 62 x 93,5 cm

Estado de conservação: Bom, apresenta marcas do tempo

 

â–  Sobre

Este item integra a curadoria Vintage da Arve, uma iniciativa inovadora e sustentável que reúne peças exclusivas de casa e decoração, provenientes dos mais renomados fabricantes globais. Combinando autenticidade e qualidade, a coleção Vintage oferece artigos únicos para quem busca valor, sofisticação e propósito.

Cada item é criteriosamente selecionado, garantindo a singularidade da coleção. Embora a maioria das peças esteja em excelente estado, é fundamental verificar a seção "Estado de Conservação" na descrição acima para obter mais detalhes sobre as condições específicas.

â–  Sobre

Os bancos se tornaram uma referência da arte indígena. São esculturas de diferentes tamanhos, usadas no dia-a-dia ou em cerimônias, em que se misturam o uso utilitário de se sentar com os aspectos simbólicos das tradições de cada povo.

Cada banco é único. São esculpidos a partir de um único grande tronco de madeira e muitas vezes representam um animal, sendo que cada animal carrega uma simbologia que varia conforme o povo.

Já as pinturas, feitas com tintas derivadas de elementos da floresta, são, em muitos casos, uma continuidade dos padrões da pintura corporal feita pelos índios. A pintura é uma forma importante para identificar o povo que realizou cada banco.

Os bancos são fruto de uma arte ancestral e em constante transformação dentro de cada uma dessas etnias. E, como toda arte verdadeira, são um reflexo de sua identidade.

 

â–  Saiba mais

Descubra o universo da arte indígena: saiba mais!

 

â–  Arte para mudar o Brasil

Destinamos 5% do lucro das vendas de arte indígena ao Instituto Socioambiental (ISA), que trabalha na preservação dos territórios e saberes dos povos originários.

O Instituto atua desde 1994 ao lado de comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas, para desenvolver soluções que protejam seus territórios, fortaleçam sua cultura e saberes tradicionais, elevem seu perfil político e desenvolvam economias sustentáveis. A organização tem diversos parceiros estratégicos internacionais, como a União Européria e a Fundação Ford.

Saiba mais sobre o instituto.

Brazil 18th century | Rosewood side table | Furniture

$4577.02 USD
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Mesa de encostar em jacarandá maciço, de estilo e época D. José I (1750-1777), com tampo polilobado moldurado, dois gavetões com espelhadas de puxador em bronze ricamente cinzelado, e saia ricamente entalhada com motivos vegetais. Apoia-se sobre quatro pernas de delicada curvatura, rematadas por "pés de burro". Obra brasileira do século XVIII, de excelente qualidade de execução, peça característica do mobiliário do período joanino-josefino no Brasil colonial.

Medidas: 79,2 x 62 x 93,5 cm

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Cada item é criteriosamente selecionado, garantindo a singularidade da coleção. Embora a maioria das peças esteja em excelente estado, é fundamental verificar a seção "Estado de Conservação" na descrição acima para obter mais detalhes sobre as condições específicas.

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Os bancos se tornaram uma referência da arte indígena. São esculturas de diferentes tamanhos, usadas no dia-a-dia ou em cerimônias, em que se misturam o uso utilitário de se sentar com os aspectos simbólicos das tradições de cada povo.

Cada banco é único. São esculpidos a partir de um único grande tronco de madeira e muitas vezes representam um animal, sendo que cada animal carrega uma simbologia que varia conforme o povo.

Já as pinturas, feitas com tintas derivadas de elementos da floresta, são, em muitos casos, uma continuidade dos padrões da pintura corporal feita pelos índios. A pintura é uma forma importante para identificar o povo que realizou cada banco.

Os bancos são fruto de uma arte ancestral e em constante transformação dentro de cada uma dessas etnias. E, como toda arte verdadeira, são um reflexo de sua identidade.

 

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O Instituto atua desde 1994 ao lado de comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas, para desenvolver soluções que protejam seus territórios, fortaleçam sua cultura e saberes tradicionais, elevem seu perfil político e desenvolvam economias sustentáveis. A organização tem diversos parceiros estratégicos internacionais, como a União Européria e a Fundação Ford.

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